Imprimir

Pesadelo brasileiro:” Copa do Mundo, palmada e aborto”

Para os estrangeiros que estão vindo ao Brasil para assistir à Copa do Mundo, esse mega-evento de futebol muitas vezes significa “turismo sexual.” Mas para os brasileiros, é a velha política romana de apaziguamento do “pão e circo.” Dê futebol aos brasileiros e eles se esquecerão de suas angústias sociais e morais — pelo menos por um tempo.

A razão especial que o governo sob a presidente socialista Dilma Rousseff está fazendo a Copa do Mundo é para que os brasileiros não deem atenção às consequências de suas malfadadas políticas e sofrimentos planejados.

Recentemente, com o Brasil sob o feitiço da Copa do Mundo, os hospitais haviam sido colocados sob uma ordem de facilitar abortos. Sob uma nova lei de aborto aprovada imediatamente após a visita do papa no ano passado, as mulheres podem requerer aborto médico meramente alegando que foram estupradas — sem nenhuma necessidade de evidência médica ou policial.

Imprimir

Magno Malta na Marcha Para Jesus com bandeiras de luta em defesa da família

Presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Família Brasileira, senador Magno Malta (PR/ES) com camiseta trazendo a campanha contra a legalização da maconha, em São Paulo, participa da tradicional Marcha Para Jesus. “Os turistas e a imprensa internacional, que vieram acompanhar a Copa do Mundo, já vão sentir que o Brasil é cristão e tem vozes que clamam por ética e moral”, afirmou Magno Malta, ao lado da esposa, deputada federal Lauriete

A 22ª edição da Marcha Para Jesus, neste sábado, reuniu mais uma vez milhões de pessoas nas ruas de São Paulo. Considerado um dos maiores eventos cristãos do mundo, a edição deste ano tem o tema Conquistando Para Cristo. Senador Magno Malta e a deputada Lauriete foram convidados em virtudes das bandeiras que o casal defende no Congresso Nacional pela estruturação da família brasileira. “Este ano, estou com camisa nova, estampada a campanha contra a legalização do consumo e plantio da maconha no Brasil”, explicou Malta, muito assediado pelos participantes do evento.

Imprimir

Magno Malta participa da primeira audiência pública para debater a legalização da maconha

Na luta contra a legalização do consumo e plantio da cannabis sativa, vulgarmente conhecida como maconha, senador Magno Malta (PR/ES) participa na Comissão de Direitos Humanos, nesta segunda-feira, da audiência pública interativa para instruir  a regulamentação do uso recreativo, medicinal ou industrial da maconha e para avaliar a experiência internacional com a liberação da droga, em especial no Uruguai. “É mais um bom combate em favor da família e contra uma erva que degrada a saúde e a moral do ser humano”, posicionou Magno Malta,  opoente a todo tipo de droga que cria dependência e altera o humor

A primeira audiência pública no Senado Federal para debater esta polêmica pauta contará com a participação do responsável direto pela política de drogas do Uruguai, Julio Calzada; do representante do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime no Brasil, Rafael Franzini Batle; do secretário nacional de Políticas  sobre Drogas do Ministério da Justiça, Luiz Guilherme Mendes de Paiva; e da coordenadora de Combate aos Ilícitos Transnacionais do Ministério das Relações Exteriores, Márcia Loureiro. Para o senador Magno Malta existe um forte movimento internacional para legalizar a maconha.

Imprimir

Maconha – Que mal essa droga pode causar?

Até hoje sou obrigado a engolir o fato de muitos me perguntarem se realmente a maconha é nociva para a saúde, causa mesmo dependência e se não valeria a pena ser liberalizada.

Vamos aproveitar nosso blog para falarmos sobre os efeitos maléficos que a maconha causa num organismo.

A maconha é derivada da planta Cannabis sativa, cujo princípio ativo principal age em todo o sistema nervoso. Até 2 horas após o uso podemos observar os seguintes sinais: conjuntivas avermelhadas, apetite aumentado, boca seca e taquicardia.

As mudanças comportamentais ou psicológicas incluem: lentidão no tempo, euforia, ansiedade, sedação, letargia, prejuízos nas coordenação e retraimento social.