Imprimir

Magno Malta, em plenário, mostra pesquisa e afirma que valorização da vida é pauta política

Senador Magno Malta (PR/ES) em pronunciamento no Congresso Nacional citou pesquisa publicada nesta terça-feira, pela editoria de política do jornal A Gazeta, que revela números importantes para o cenário eleitoral. 84% dos capixabas querem a redução da maioridade penal, 60,9% só aceitam casamento tradicional, 86% são contra o aborto e 81,5% não apoiam a legalização da maconha. “O candidato que subir no palanque e esquecer-se do anseio popular, com certeza, estará na contra mão”, disse Magno.
 
Senador Magno Malta parabenizou o jornal A Gazeta pela iniciativa em encomendar e divulgar a pesquisa que aborda maioridade penal, união gay, aborto e maconha. “Ficou claro que a maioria esmagadora dos capixabas quer trata de pauta que valorize a vida, que tenha ética, valores morais, priorize o bem-estar, a saúde e união familiar tradicional”, explicou o senador.

Imprimir

Magno Malta aplaude juiz capixaba que não dá direito a seguro para quem bebe e dirige

Juiz Marcelo Pimentel afirma que, ao usar o carro após ingerir álcool, o motorista e sua família perdem o direito à indenização. “É mais uma forma de acabar com a impunidade no trânsito e conter a violência”, apoiou senador Magno Malta (PR/ES)
 
Senador Magno Malta é autor do projeto que altera o Código de Trânsito Brasileiro para tornar obrigatório o exame toxicológico dos motoristas. Em sua opinião, a Lei Seca, em vigor, está omissa na questão do uso de drogas, e o teste do bafômetro não é suficiente para identificar motoristas de risco. O senador garante que com o uso de reagentes é possível a rápida constatação do uso de drogas por motoristas. “Concordo com ojuiz capixaba Marcelo Pimentel negou a indenização a um casal que perdeu o filho em um acidente em Vitória, que dirigia alcoolizado e drogado. Só com leis severas podemos evitar mais fatalidades”, afirmou Magno.

Imprimir

Legalização da maconha vai influenciar na formação ética e moral da sociedade

Assiste-se, hoje, a uma campanha mundial para a legalização do uso da maconha. Diante disso, o que devem pensar os homens de boa vontade?

Para defender a legalização, argumenta-se que, ainda que seja uma droga e cause dependência, a maconha não é tão potente como outras substâncias; e estaria comprovado cientificamente que, em casos específicos, a maconha pode ser utilizada para fins terapêuticos.

Para responder adequadamente a esta questão, é preciso passar pelos três campos que a legalização da maconha iria influenciar, a saber: a ética, a política e o direito.

Imprimir

Atendimento oferecido por municípios é precário


Pesquisa aponta que 32 cidades não oferecem tratamento

Trinta e dois municípios do Espírito Santo não oferecem qualquer tipo de tratamento relacionado à prevenção ou tratamento de dependentes de álcool ou outras drogas. Outros 23 municípios contam somente com uma opção de atendimento, que são os grupos de mútua ajuda como o Alcoólicos Anônimos, e nas demais cidades há deficiência nos serviços oferecidos.

A constatação é de uma pesquisa feita pelo Grupo Fênix, ligado ao Departamento de Serviço Social da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), que revela que 79% dos leitos disponíveis no Estado provém de comunidades terapêuticas. 

Fonte: Gazeta online